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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Será que a oposição vai fazer mais uma vez a diferença?

Gilson, Zé Peixinho e Irará

O vereador Zé Peixinho já comunicou a todos que a oposição de Banzaê que é formada por ele e pelos vereadores Gilson do Camamum e Irará, estará junta mais uma vez para participar do processos eleitoral na Câmara de Vereadores de Banzaê. Mais será que essa união vai fazer mais uma vez a diferença?

Nas duas últimas eleições da Câmara que antecederam a eleição municipal, a oposição fez a diferença e ajudou eleger o presidente com seus três votos, em Janeiro de 2003, o ex. vereador Paulo Sérgio, na época aliado do ex. prefeito Zé Leal, se aliou com também aliado do ex. prefeito, vereador Irará, conquistou os votos dos três vereadores da oposição na época, Edson Brito, Hamilton e Gervásio, e se elegeu presidente para o Biênio 2003/2004, mesmo tendo recebido o apoio da oposição na época o ex. vereador Paulo Sérgio continuou no grupo do ex. prefeito e apoiou seu candidato e, 2004, o ex. vice-prefeito Rico.

Na eleição da Câmara em Dezembro de 2005, a oposição mais uma vez fez a diferença e ajudou eleger o presidente na eleição que antecedeu as eleições 2008, na ocasião o atual presidente Edson Brito , aliado da atual prefeita Jailma Dantas, conseguiu o voto do vereador Galego Corinthiano da situação e os três votos da oposição, vereadores Gilson do Camamum, Irará e o ex. vereador Genivaldo Peixinho,  para se eleger novamente, assim como fez Paulo Sérgio que ficou aliado do ex. prefeito Zé Leal, Edson Brito também se manteve aliado da prefeita Jailma Dantas e votou nela em 2008, a única diferença é que em sua gestão os três vereadores da oposição foram prestigiados.

E na próxima segunda-feira (27/12), será que mais uma vez a união da atual oposição vai fazer a diferença na eleição da Câmara que antecede mais uma eleição municipal, a de 2012, eles estão unidos para eleger  o novo presidente e para onde um votar, vota os outros, vale ressalta também que com seus três votos eles precisariam apenas de dois votos da situação para se entender entre si e eleger um deles presidente.

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